Mostrando postagens com marcador Brinquedos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brinquedos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

De jogo de cartas

Eu me lembro do jogo Super Trunfo da época da minha adolescência.

Era um jogo de cartas que apresentava um determinado tema, coisas como motocicletas de corrida, tanques de guerra, aviões e outros.


Cada caixinha continha 32 cartas cada uma com um modelo daquele determinado tema, tendo de cinco a sete características específicas listadas, sempre eram características mensuráveis e que se poderia confrontar com as características das outras cartas, ganhando aquela que tinha o melhor desempenho.

Uma carta específica ganhava de quase todas, era o super trunfo. Não sei se hoje em dia alguma regra mudou, mas na minha época ela perdia para qualquer carta “final 1”, independente dos valores que estavam sendo confrontados.

Acho que pulei uma explicação, a carta “final 1”, vamos lá…

Como eu disse, cada conjunto de cartas continha 32 cartas, divididas em 8 grupos que eram numerados com letras e números, A1 até A4, B1 até B4 e assim por diante até H4, e as cartas “final 1” superavam o trunfo, independente de qualquer característica avaliada.

Eu me lembro do desespero que era perder o super trunfo para uma cartinha mequetrefe, só porque ela terminava em 1, era pedir para morrer.

Segundo o “seo” Google, o jogo nunca deixou de ser vendido no Brasil, desde os anos 1970. Hoje em dia qualquer coisa acaba virando tema para o jogo, times de futebol, jogadores, personagens de desenhos animados, enfim, fez algum sucesso, por mais efêmero que seja, e já existe alguém negociando com a empresa que fabrica o jogo para sair uma edição especial.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

De brinquedos e memórias

Ainda uma pausa nos diários de viagem.


Hoje pela manhã, lendo as notícias, me deparei com a informação de que o Shopping Morumbi, em São Paulo, está com uma exposição intitulada “30 anos de brincadeiras”, que resgata brinquedos e brincadeiras dos anos 80, que ficará aberta ao público até o dia 29 de abril, das 10 às 22 horas.

Época onde não existia tanta tecnologia (pelo menos não no Brasil), computador era coisa de ficção científica, a televisão era à lenha, telefone era fixo (quando tinha um sem fio era festa).

Nós, molecada no período, vivíamos jogando bola, brincando de esconde-esconde, pique, entre outras coisas, sempre nos parques, terrenos baldios ou na rua mesmo.

Quando chovia, eram jogos de tabuleiro, um ou outro brinquedo que dava para brincar no chão ou na mesa da cozinha, tudo muito mais rudimentar do que os dias de hoje, mas, posso estar enganado, tudo parecia mais saudável, a gente exercitava a imaginação muito mais do que hoje em dia, isso sem falar que o sedentarismo era mínimo.

Abaixo as imagens de alguns brinquedos da época, muitos perduram até hoje, algo que dá um gostinho de nostalgia e muitas lembranças boas.

Tinha uma musiquinha infernal, mas era O desafio.

Pré-História dos Vídeo Games.

Eram Matchbox, não Hot Wheels, eu tinha uma coleção, mas não tão grande assim.

Esse eu não cheguei a ter, uma pena.

Alguns ficavam mal fechados e era uma molhança só.

Sadismo puro, quem faz o Pirata pular?

Muita gente perdeu noites de sono tentando resolver o Cubo.

Não via graça, mas tinha muita gente que gostava.

Olha o trem.

Sonho americano de conquistar o Oeste.

Brinquedos promocionais, mas ressucitou uma lenda, o io-iô.

Malditos Nazistas, hahaha.

Você virava noites a fio jogando.

Esse é Clássico.