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sábado, 17 de novembro de 2012

De traições e aventuras na Terra Santa

Mais uma vez temos as aventuras dos Assassinos em sua batalha contra os Templários, dessa vez Ézio Auditore, protagonista principal nas aventuras na Itália e em Roma, é um simples espectador, assim como o leitor, das aventuras de Altaïr Ibn-La’Ahad, ocorridas cerca de 300 anos antes. Aventuras estas contadas por Niccolò Polo a seu irmão, Maffeo.


Niccolò e Maffeo são contemporâneos de Altaïr e travam conhecimentos com este, que conta ao primeiro sua história, desde como ingressou no Credo, até quando finalmente usou o Códex como forma de doutrina entre seus irmãos assassinos. História essa que é recontada a Maffeo e escrita na forma de um diário para se perpetuar entre as mãos dos assassinos e, juntamente com o Códex, servir de guia para as gerações futuras do Credo em sua luta contra a injustiça e contra os Templários.

E é a história do Assassino que, por arrogância, comete erros que colocam a Ordem em risco, para se redimir e conseguir recuperar sua posição de grande entre os assassinos que acompanhamos.

Altaïr, agora um mero aprendiz, é enviado ao longo da Terra Santa para as cidades de Acre, Damasco e Jerusalém para eliminar determinados alvos, inimigos do Credo, que estavam trabalhando para realizar um grande golpe que os tornariam praticamente invencíveis. E ele consegue cumprir todos os seus trabalhos para descobrir que a real trama era muito maior e que ele era um mero pião no jogo, tendo sido manipulado por aqueles em quem confiava.

Ao suplantar o manipulador, ele é reconhecido como o Grande Mestre Assassino e tem a tarefa de unificar novamente a ordem. Depois de organizar a fortaleza localizada em Masyaf, ele parte para o Chipre, onde tem um novo e grande embate contra os Templários, cercado novamente por traições e muito sangue, de onde sai vencedor.

Após um período de muitos estudos e progresso entre os Assassinos, Altaïr é obrigado a seguir para o Oriente, para tentar impedir o avanço do grande Gengis Khan, e ao retornar se vê novamente traído, despojado de sua liderança e perde membros de sua família. Ele torna-se um exilado e um proscrito entre seus irmãos, escondendo-se em outra cidade, onde termina os seus estudos nos mistérios da irmandade e escreve o Códex, com os guias e mandamentos para todos os Assassinos. Então ele retorna a Masyaf, para desafiar o usurpador, e usando os ensinamentos contidos no Códex, finalmente recupera o posto de Grande Mestre, período em que conhece os dois Genoveses, porém os desafios continuam e… isso é outra história.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

De Vendetta e Conspiraciones

Um cenário conhecido, personagens históricas, organizações secretas rivais, conspirações governamentais, junte-se a isso personagens determinados e temos um livro de leitura fácil, Assassin's Creed - Renascença.

Uma Itália ainda dividida em diversas cidades-estados, famílias poderosas como os Médici, os Bórgia, os Sforza, artistas como Leonardo Da Vinci e Nicolau Maquiavel, movimentações de bastidores de Cavaleiros Templarios e Assassinos, neste meio encontramos Ezio Auditore e seus aliados, numa cruzada de vingança e morte.


Ao longo de 27 anos acompanhamos o jovem Ezio sofrer revezes, cometer assassinatos, salvar governantes de serem vítimas de golpes de estado, uma ou outra situação mais íntima e ao longo de toda essa trajetória evoluir, como personagem, como homem e como herói.

Logo no começo vemos a família Auditore, residente em Florença, ser vítima de uma traição e todos os homens da família, com a exceção de Ezio, serem julgados e condenados à morte.

Com a ajuda de aliados fieis, Ezio recupera documentos e apetrechos importantes da família e inicia sua cruzada de vingança, com o objetivo de limpar o nome de sua família e matar os responsáveis por tal perfídia.

Ezio leva sua mãe e sua irmã para outra cidade, onde um irmão de seu pai é o governante local, lá ele descobre que seu pai, seu tio e outros familiares sempre estiveram entre as fileiras da Ordem dos Assassinos, organização que tem como principal objetivo destruir os Cavaleiros Templários.

Segundo a trama, os Templários não foram extintos na França, por Luís, o Belo, no século XIII, na verdade os poucos sobreviventes saíram para a clandestinidade, de onde manipulam governantes e cardeais da Igreja.

Diante do conhecimento destes fatos, Ezio entende o tamanho e a força de seus adversários e, relutante, aceita seu destino de se juntar à Ordem dos Assassinos.

Após diversas escaramuças nas mais diferentes regiões da península itálica, compreendemos que existe muito mais em jogo do que uma simples Vendetta.

Com aliados improváveis, como Leonardo Da Vinci e Nicolau Maquiavel, Ezio vai acumulando conhecimento e destreza com armas.

Na medida em que seus adversários conhecem a morte através de suas lâminas, o funil vai estreitando, levando-o em direção ao líder dos Templários, seu grande rival e articulador de toda a conspiração que matou seus parentes, Rodrigo Bórgia (que viria a ser o Papa Alexandre VI).

Ezio, ao longo da narrativa, torna-se o expoente máximo de sua Ordem, nesse momento sabe que seu destino está em Roma, onde enfrentará o Papa para por fim em sua vendeta.

Mas história não se encerra com uma morte, e sim se inicia com um novo desafio.