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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

E a briga pelo Academy Awards ganhou dois novos concorrentes

Ontem eu falei que três animações estavam indicadas ao Bafta e que possivelmente elas também estariam indicadas ao Academy Awards (o Oscar). Engraçado, eu não me lembrava de que hoje seriam divulgados os candidatos do mais conhecido prêmio de cinema do mundo.

Bem, as minhas apostas foram corretas, Valente, Frankenweenie e ParaNorman estão na lista, acrescidos de dois outros filmes. Curiosamente eu não os vi, não posso tentar adivinhar quem seria o favorito, ainda mais porque a maioria das pessoas que os assistiu fala que são dois excelentes filmes.

Façam suas apostas, eu vou ficar aguardando o envelope lacrado ser aberto, não arriscarei palpite dessa vez.

Eis os dois novos concorrentes:



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Melhor animação

E começa a temporada de cerimônias de premiações dos melhores do ano passado. Os prêmios mais conhecidos são o Globo de Ouro e o Oscar, mas na Europa existem outros prêmios importantes, alguns chegam a ser comparados com o Academy Awards (Oscar), entre eles está o inglês Bafta.

Normalmente o termômetro do Oscar é o Globo de Ouro, com poucas discrepâncias, os laureados no final de Janeiro voltam a ser premiados pela Academia.

Nunca acompanhei o Bafta, mas neste ano, ao ler os indicados, uma categoria me chamou a atenção, a de melhor animação longa metragem. Foram três os escolhidos, dos quais eu assisti dois.

Não sei qual o critério da escolha, mas acredito que envolva tudo, de técnicas de animação até o roteiro, o que seria o sensato.

Pelos comentários que ouvi sobre o filme que não vi, qualquer um seria bem escolhido, ele não tem uma história que empolgue, mas as técnicas de animação compensam a sessão de cinema, já os outros dois são muito bons e valem muito a ida ao cinema, se bem que eu sou suspeito para falar.

O certo é que no dia 10 de fevereiro o Bafta vai para:




domingo, 26 de fevereiro de 2012

De estatuetas, prêmios e credibilidade

Hoje é dia de Academy Awards, o popular Oscar.

Estava pensando, diversos ganhadores se valorizaram por causa do prêmio, assim como outros por não tê-lo ganho, muitos superestimados, outros subestimados.

Convenhamos, “Quem quer ser um milionário” (ganhou em 2009) é interessante, mas se não fosse a estatueta não teria a metade da bilheteria mundial.

“Crash - No Limite”, o que fez para ser o melhor filme em 2006?

Já “O Discurso do Rei” pode não ter sido o grande filme do ano passado, mas era encorpado o suficiente para explicar sua premiação.

Não lembro quando foi o último ganhador que realmente tinha a preferência da maioria do público, alguns ganharam por ocasião, outros pela grandiosidade da série.

Faz tempo que o Oscar deixou de ter o peso que tinha, passou a ser mais um indicativo de suspeição de qualidade.

Ainda assim, ao contrário de outros eventos que também perdem força ao longo dos anos, o Oscar ainda vale a pena assistir.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Laureados

Eu não aprendo.

Ontem eu já estava me preparando para dormir, tv desligada, ia desligar o computador quando vi uma mensagem no twitter, algo sobre opções de linguagem de áudio para a transmissão do Golden Globe Awards (Globo de Ouro), premiação dada aos melhores filme e série do ano anterior pelo sindicato de imprensa internacional de Hollywood.


Não deu outra, desisti de desligar o computador e voltei a ligar a tv, sintonizando o canal que transmitia a solenidade.

Não prestei tanta atenção, nem sabia quais eram os concorrentes na maioria das premiações, mas ainda assim, pelo menos dois ou três filmes me chamaram a atenção, se tiver a oportunidade devo assistir no cinema.

Caminhos Cruzados, drama de época (pelo que entendi), temática de racismo, atuações femininas fortes.

Sete Dias com Marilyn, não sei se é comédia ou drama, mas a caracterização da atriz (que ganhou o prêmio) como Marilyn Monroe está incrível, parecia a própria loira em sua melhor forma.

O Artista, filme francês (eu mesmo me estranhei em querer ver esse filme, não sou fã do cinema francês), todo rodado em preto e branco, mudo, com uma trilha sonora, que quem ouviu diz, que arrasa, fora se tratar de uma belíssima homenagem às origens da sétima arte.

Das séries não me lembro de nada que tivesse me chamado a atenção.

Mas porque falo do Golden Globe?

É que está chegando a grande festa do cinema norte-americano, o Oscar, e dizem que essa premiação de ontem é uma espécie de avant première, que quase todos os ganhadores desse prêmio também ganham o careca lustroso.

Lembro que algum tempo atrás o Academy Awards era respeitado, normalmente trazia bons entretenimentos entre as revelações (The Oscar Goes To…), enfim, era um programa garantido para todos.

Hoje em dia ele perdeu um pouco a magia, algumas escolhas erradas entre os premiados (não vou me lembrar de nenhuma injustiça, nem marmelada), shows com menos glamour, sem contar com apresentadores sem empatia (Billy Cristal para mim sempre foi purgante em forma de gente).

O tempo passa, se alguns anos atrás eu assistiria um ganhador de Oscar sem medo, hoje eu penso duas vezes antes de encarar uma fila na bilheteria para ver o filme no escurinho do cinema.

sábado, 17 de setembro de 2011

O Segredo dos seus Olhos.

Não sou muito de me fiar em premiações como o Oscar, normalmente há muita coisa oculta na definição do laureado.

Mesmo assim, vi tantas críticas boas sobre esse filme argentino que resolvi apostar, só digo uma coisa, não me arrependi.

O Segredo de seus Olhos, Argentina 2009, é um filme muito bem amarrado, uma trama que vai envolvendo, que mistura momentos pesados (se trata de uma história de investigação de um crime de estupro seguido de morte) com momentos leves, a interação entre os atores é quase perfeita, as interpretações são sóbrias, nada de exageros, muito bem dirigidos.

O final, mesmo sendo algo que se poderia esperar, é surpreendente, mostrando até onde se pode chegar um ser humano, por amor e ódio, como podemos mostrar facetas desconhecidas.

Ricardo Darín encarna o protagonista de forma impressionante, contracenando com Soledad Villamil, numa tensão romântica não resolvida, que faz o contraponto à investigação.

São duas horas de filme que valem muito a pena, se não assistiu, assista.