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terça-feira, 21 de agosto de 2012

De exploração espacial

Ontem, dia 20 de agosto, fez 35 anos que a NASA lançou a sonda Voyager II rumo aos confins do sistema solar.

A sonda tinha a missão de fotografar os planetas gigantes gasosos, Saturno, Júpiter, Netuno e Urano, com a finalidade de trazer um pouco mais de conhecimento sobre eles.

Ao fotografar Urano em 1989, sua missão oficial havia se encerrado, porém a sonda continuou sua jornada com destino ao espaço interestelar (região fora do limite do sistema solar).

Hoje ela se encontra no limiar do nosso sistema solar, na chamada região Heliopausa, o limite máximo aonde os ventos solares chegam, após essa área existe apenas o espaço interestelar.

Segundo estimativas, a Voyager II terá energia para emitir alguns dados para a Terra até o ano de 2020, quando seus sistemas entrarão em esgotamento de energia e “morrerão”.

Qual a distância que ela chegará ainda emitindo esses dados, ninguém sabe, mas usando o sistema de anos-luz (que mede a distância entre corpos espaciais), hoje a Voyager II se encontra a apenas 17 minutos-luz da Terra, sabemos que a estrela mais próxima do nosso sistema se encontra a cerca de 4,5 anos-luz daqui.

O fato é que desde os anos 1980 os cientistas passaram a ter imagens reais dos planetas gasosos, que até então eram representados por arte realista feita por artistas, com todas suas fantasias e imperfeições.

Como é citado na abertura da série clássica de televisão Star Trek, hoje sabemos que “o espaço é a fronteira final”

Júpiter

quinta-feira, 5 de julho de 2012

De imagens de crateras em Marte

A agência espacial europeia (ESA), divulgou imagens de crateras do Planeta Marte capturadas pela sonda Mars Express.

Não há muito o que falar, as imagens são lindas, basta contempla-las.




quarta-feira, 16 de maio de 2012

De questão sideral

O espaço, a fronteira final…

Não, isto não é mais uma aventura na nave Interprise, não tem o Capitão Kirk, nem o Sr. Spock, ou talvez até tenha, vai saber.

Como assim, oras, olhe para o céu, esqueça o que está a pequeno alcance, esqueça as nuvens, a Lua, o Sol, olhe de forma mais ampla, olhe as estrelas.

Olhou?

Agora raciocine, esqueça crenças, esqueça religião, seja sincero consigo mesmo.

Essa quantidade infinita de estrelas existe a milhões, bilhões de anos, algumas talvez já tenham morrido ou virado um buraco negro (se é que tudo isso não é a mesma coisa).

Talvez a grande maioria não tenha condições de suportar forma de vida como nós conhecemos, a base dos componentes CHON (Carbono, Hidrogênio, Oxigênio e Nitrogênio), com certeza a maioria não possui planetas ou outro tipo de satélite.

Mas pense, se apenas 1% desses astros possuírem algum tipo de satélite, já é um número considerável, se 1% desses satélites apresentarem uma órbita dentro daquilo que chamamos de área de suporte de vida (distância suficiente para que a temperatura ambiente permita o desenvolvimento de algum tipo de espécie de vida), ainda assim teríamos um número grandioso.

Não vou falar que sejam criaturas mais desenvolvidas, com tecnologia superior, pode até ser que eles estejam no equivalente à nossa Idade da Pedra.

O fato é que existe sim uma chance de existir vida extraterrena, ou você é egoísta o suficiente para imaginar que nessa imensidão que é o Espaço Sideral somente neste planetinha houve o milagre da vida?

Não imagino em “Arquivos X”, em discos voadores, MIB, ou qualquer filme ou seriado, não sei se existe uma tecnologia eficiente o suficiente para se cruzar distâncias tão grandes em um tempo tão curto, apenas imagino se há em algum lugar um com uma civilização olhando para o céu e imaginando se eles estão sozinhos, eu acho que não, não estamos sozinhos.