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quinta-feira, 22 de março de 2012

De ancestrais de Stonehenge

As imagens abaixo parecem de mais um sítio de escavação arqueológica, né?

Sim, é, mas esse lugar tem uma curiosidade.

Ele fica ao norte da Escócia, nas Ilhas Orkney, a sua ocupação data de mais ou menos 3.200 a. C., e está sendo considerada ancestral de Stonehenge.

A localidade, Ness Of Brodgar, pode ter sido habitada por milhares de habitantes no período Paleolítico, sendo que a área era protegida por um muro de pedras com 4 metros de espessura.

Atualmente apenas 10% do sítio está sendo explorado por pesquisadores.

Eles esperam encontrar pistas de como se comportava a sociedade local, seus rituais religiosos e, por extensão, sua influência na região de Stonehenge e Avebury, local de ocupação de civilização paleolítica na Grã-Bretanha.

Se obtiverem sucesso, os pesquisadores podem jogar alguma luz sobre o templo de pedras de Stonehenge.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

De pedras e sangue

O que é Stonehenge?

“Há uma resposta curta, simples e perfeitamente correta: Não sabemos e provavelmente nunca saberemos.” (R. J. C. Atkinson)


Bem, Stonehenge também é um livro, um romance de Bernard Cornwell, escrito maravilhosamente bem.

No apêndice final tomamos conhecimento que, mesmo sem nenhum registro do povo pré-histórico que vivia na região e, consequentemente, construiu o monumento, o autor obteve diversas informações arqueológicas e antropológicas para construir toda sua trama.

O fato é que por uma semana eu viajei pelos cenários da Inglaterra e do País de Gales pré-históricos, acompanhando as aventuras e desventuras de um humilde construtor chamado Saban.

Seus relacionamentos familiares, suas dúvidas, suas certezas e, principalmente, sua engenhosidade construtiva (lógico, tudo parte da imaginação do autor, mas mesmo assim, impressionantes).

Cultos a deuses, sacrifícios humanos ou não, guerras pelos mais diversos motivos, ganância humana, enfim, um cenário que não é muito fugidio do que poderíamos realmente encontrar em qualquer cenário da aurora da humanidade.


O mais impressionante são as informações de que determinados elementos realmente foram achados no famoso sítio arqueológico, túmulos, pedras que foram transportadas por mais de 270Km, apenas os personagens e suas crenças são fictícias, deixando tudo mais intrigante.

Enfim, um livro envolvente, instigante, daqueles que você lê e não quer parar até ver sua última palavra, na última página.