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sábado, 19 de maio de 2012

De irracional medo

Medo.

Será esse um sentimento insano?

Afinal, há medos que adquirimos ao longo da vida, com vivência, e há medos inatos, que não sabemos a origem e nem sabemos explicar o porquê de cultiva-los.

Muitos chegam a ser diagnosticados como doença, a doença do pânico, que você começa a ter medo de tudo, praticamente anula sua própria vivência.

Outros convivem conosco desde a infância, mas estão ali, escondidos, não nos atrapalham no dia a dia, apenas em situações específicas, na presença do vetor do medo.

Seja esse vetor a altura, aves, cobras, insetos, sei lá.

Para muitos o medo é limitador, para outros é motivo de superação.

Eu tenho alguns tipos de medo, como todo mundo.

Mas o que me incomoda neste instante é o medo de não poder falar contigo novamente, ouvir tua voz, ou mesmo ler tuas palavras.

O medo dessa ausência me incomoda.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Na correnteza dos sentimentos



Curioso como nossos humores mudam de uma hora para outra.

Agora a pouco estava para escrever um post onde usaria a primeira frase de uma música do Belchior, “Divina Comédia Humana”, que fala: “estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol”.

Mas em questão de alguns minutos toda essa angústia artilheira havia recebido cartão vermelho.

Uma conversa com alguém especial e um site que volta ao ar e as coisas foram focadas por outra face do prisma que é nossa cabeça.

Ainda mais quando nesse site pelo menos 1/5 do que eu esperava foi positivo, deu certo, isso muito me alegrou.

Diante disso, vou usar uma frase de uma música da banda espanhola Mägo de Oz, "La Pozada de los Muertos", que fala: “alza tu cerveza, brinda por la libertad”.

É, os nossos humores flutuam na correnteza dos nossos sentimentos.