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domingo, 8 de dezembro de 2013

33 anos sem Lennon

Estava pensando, queria escrever algo, aí alguns assuntos passaram por minhas ideias, afinal ontem foi aniversário de 72 anos do ataque de Pearl Harbour, quando os japoneses fizeram os EUA entrarem de vez na II Guerra Mundial. Também pensei em começar uma série de posts (que virão no futuro) e que não vou antecipar o tema, mas agora fui lembrado que hoje é um triste aniversário. Há 33 anos John Lennon nos deixava, era assassinado de forma estúpida por um lunático.

Lembrar a vida do Rapaz de Lugar Nenhum, que foi um dos maiores músicos que o Mundo já viu, formando uma das mais cultuadas bandas de rock, é chover no molhado. Um homem que abandonou todo o seu trabalho por amor, fazendo com que a grande maioria dos fãs até hoje execrem Yoko, como a principal causa do fim dos Beatles. Não vou dizer que sou dos mais exagerados, mas não gosto dela, assim como quase todos.

Mas a reflexão que se deve fazer é sobre uma das bandeiras de Lennon, sua jornada pela Paz. John ao longo da carreira, conhecendo o que conheceu, tornou-se militante do pacifismo, fazendo campanhas para que o homem parasse de se matar de forma insana por motivos absurdos e passassem a buscar juntos um mundo melhor.

Com toda sua militância, acredito que hoje, vendo os mais absurdos exemplos bélicos produzidos em todos os cantos do mundo, Lennon estaria desgostoso com a vida, talvez isso o empurrasse a intensificar seu trabalho, criando novas e poderosas canções pacifistas, ou mesmo livros e discursos cujo objetivo seria disseminar a Paz. Devaneios, sim, mas numa semana onde morreu Nelson Mandela, um outro grande nome da humanidade, pensar no Beatle e sua contribuição (efetiva e imaginária) para o pacifismo e reconfortante.


sábado, 17 de março de 2012

De outros ares

Eu moro no Planalto Central, o nome já diz Plano + Alto, ou seja, apesar de estarmos em uma altitude considerável, aqui tudo é plano.

Eu já morei na Zona da Mata Mineira, onde existe a formação geológica conhecida como Mar de Morros, mas mesmo assim, para mim faltava algo.

Essa foto abaixo eu não sei de onde é, pode ser em qualquer continente, onde há uma cadeia de montanhas, Andes, Pirineus, Rochosas, Alpes, sei lá, tem tantas.

O fato é que apesar de eu ser fascinado pelo litoral, praia, mar, às vezes me pego pensando em cenários como esses.

Não tem muito explicação, pode ser porque o cenário é bucólico, pode ser porque transmita outro tipo de paz que não a marinha, pode ser a sensação de que você terá um clima ameno ou frio.

Pode ser tudo isso, mas pode ser só a vontade de acordar num chalé, abrir a janela e olhar para um cenário como esse, vai saber.

Eu não entendo, apenas fico pensando num cenário como esse.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

De sonhos

Estava vendo agora umas fotos de praia.

Pensei bastante.


Porque a praia me fascina tanto?

Sei lá, a visão de sua imensidão, o infinito, o desconhecido, ao mesmo tempo uma calma interior.

Nasci no interior, moro longe do litoral, mas dentro de mim existe uma ânsia, uma vontade de viver à beira-mar.

Se isso enjoa um dia?


Não sei, não importa, eu sei que o fato de você conseguir sentar-se na orla, ficar ouvindo a arrebentação, a brisa marinha… eu começo a viajar longe, alcançando um prazer diferente, algo originado de uma paz.

Não importa se é praia brava, praia com recifes.

Lógico que se eu conseguir uma praia com pouco movimento fico mais feliz, mas o importante mesmo é o conjunto, areia, água salgada, brisa e paz interior.